segunda-feira, 29 de julho de 2013

INFORME GERAL: CEEUF, ATO-PLENÁRIA CONTRA A REPRESSÃO e CAMPANHA FINANCEIRA

Após a 2ª ocupação da REItoria da UNESP e da covardia da Vice-REItora, enviando a Tropa de Choque da PM em cima dos estudantes, é hora de voltarmos às bases e discutir os rumos do movimento estudantil. Nesse sentido, é necessário nos prepararmos para o próximo CEEUF  (Conselho das Entidades Estudantis da UNESP/FATEC) que ocorrerá em Assis entre os dias 9 e 11 de agosto.
Necessitamos de ampla discussão dos temas nas bases previamente à realização do Conselho, para que possamos encaminhar as ações do Movimento Estudantil de forma qualificada e consistente. Neste Conselho, serão pautados três eixos principais para o nosso movimento:

  1. Proposta de cotas para ser apresentada no Conselho Universitário (C.O.) da UNESP dia 15/08/2013: foi iniciado o debate com outros movimentos sociais que discutem a questão das cotas, como a Frente Pró-cotas Raciais do estado de São Paulo, que tem um Projeto de Lei (PL) construído com diversos movimentos negros para uma política de cotas. Necessitamos discutir as projetos e agregar novas ideias com relação à política de cotas, pois devemos apresentar uma contraproposta ao PIMESP no C.O. dia 15 de Agosto.
  1.  Discussão sobre o Diretório Central de Estudantes (DCE): há um processo em andamento de reativação do DCE para podermos contar com esta ferramenta em nossa luta. Como temos um DCE inativo, no quesito legal, há mais de uma década, há a proposta de reativar o mesmo. Desta proposta foram colocadas várias questões como a necessidade do reconhecimento de um representante por um juiz, a realização de alguns encontros estudantis, entre outras burocracias. Recentemente, surgiu a proposta de fundação de um novo DCE para a UNESP, o que implicaria no arquivamento do antigo e, aparentemente, pouparia tempo e burocracia para o movimento.

  2. Regimento do Congresso dos Estudantes da UNESP/FATEC (CEUF): temos, até o momento, marcado para o mês de setembro um Congresso dos Estudantes da UNESP-FATEC (CEUF). Isto significa que necessitamos criar um REGIMENTO para o Congresso de forma a organizarmos e legitimarmos nosso processo deliberativo. Precisamos disso discutir, nas bases, o regimento de congressos anteriores e formularmos propostas para serem levadas ao CEEUF de Assis.

* * * *

            Ainda quanto às discussões na base, devemos contribuir para a montagem do dossiê de provas para a defesa dos que foram qualificados no B.O. da Polícia da Civil da 2ª DP sobre a ocupação da REItoria. A Comissão de Comunicação, criada após a última plenária dos estudantes da UNESP no Instituto de Artes, já está trabalhando e coletando vídeos, fotos e relatos. Contudo, cada campi deve prover relatos individuais de cada um dos que foram qualificados pela Polícia Civil, enviar todo material existente sobre a ocupação e pedido de reintegração de posse para o e-mail dceheleniraresende@gmail.com.
            Quanto à greve, foi deliberado na Plenária Estadual, ocorrida no Instituto de Artes (I.A.), no dia 18/07/2013, um indicativo de manutenção da greve, pelo menos, até o dia 15/08/2013, já que este dia terá o Conselho Universitário (C.O.) e será de extrema importância mantermos a pressão até o dia da negociação das pautas do movimento!
            Por fim, também em plenária no I.A., em São Paulo no dia 14 de Julho, ficou deliberado em conjunto com diversos outros movimentos sociais a construção de uma Plenária Estadual contra a Repressão a qual houve a primeira reunião no dia 23/05/2013 para iniciar esta construção que deliberou a realização de um ATO-PLENÁRIA. Ele ocorrerá no dia 15 de Agosto de 2013 com concentração à partir das 17h na Catedral da Sé, com destino à praça Roosevelt para a realização da plenária. Vale ressaltar que no mesmo dia (15/08/2013) pela manhã será realizado o Conselho Universitário (C.O.) da UNESP, que decidirá sobre a maioria de nossas pautas. Deste modo, estaremos presentes em ato, às 8h, na REItoria da UNESP juntos aos SINTUNESP e ADUNESP para pressionar o C.O. para conseguirmos vitórias CONCRETAS em nossa luta.
     Também foi deliberado apoio aos companheiros processados da UNIFESP que responderão processo judicial dia 02/08/2013 em Guarulhos, na 4ª vara da Justiça Federal às 13h30, o qual será realizado um ato para fazer pressão política em prol da não repressão de nossos companheiros.
      
            Portanto, a realização de nosso calendário de lutas demanda esforço de nossas bases na discussão e, para além disso, necessitamos de uma intensa CAMPANHA FINANCEIRA para podermos custear nosso transporte e alimentação para tais atos. Dessa forma indicamos que as bases realizem campanhas financeiras intensas para podermos realizar nossa luta da melhor forma.
            Abaixo segue o calendário de lutas completo do Movimento Estudantil da UNESP e calendário provisório do CEEUF em Assis:


Calendário de Luta

  • 02/08/2013: Compor o ATO da UNIFESP contra os processos;
  • 09, 10 e 11 de Agosto de 2013: Conselho das Entidades Estudantis da UNESP/FATEC (CEEUF)  no campus de Assis;
  • Indicativo de manutenção da greve até, pelo menos, dia 15/08/2013;
  • 15/08/2013 (8h): ATO na REItoria, dia do Conselho Universitário (C.O.);
  • 15/08/2013 (17h): concentração para o Ato-Plenária na Praça da Sé, São Paulo, contra a repressão.

            Este momento é crucial em nossa luta companheiros!! Necessitamos de todo esforço para manter nossa mobilização e avançar em nossas pautas por uma universidade e sociedade melhores!!!



A LUTA CONTINUA!!!
DCE “Helenira Resende” 
29 de Julho de 2013

MOÇÃO DE APOIO À OCUPAÇÃO DA REItoria DA UNIVERSIDADE GAMA FILHO – Rio de Janeiro


Desde o dia 11 de Julho de 2013, aproximadamente, 100 estudantes da Universidade Gama Filho estão em ocupação da REItoria na cidade do Rio de Janeiro. O Diretório Central de Estudantes “Helenira Resende” da UNESP/FATEC vem por meio desta moção prestar seu apoio e solidariedade à luta dos estudantes. O prazo para a desocupação do prédio se esgotou na sexta-feira passada, isso implica em potencial reintegração de posse além de toda REPRESSÃO e TRUCULÊNCIA imbuídas no processo. Exigimos respeito à luta e que não haja repressão a esse movimento!!
Sendo o Movimento Estudantil combativo em suas lutas, os estudantes permanecerão em ocupação da REItoria até que suas pautas sejam atendidas! Nosso apoio incondicional à luta que é tanto de vocês, Movimento Estudantil da Universidade Gama Filho, quanto nossa!

Sofremos o mesmo descaso e a mesma precarização, mas não nos calamos perante esse Estado excludente!

FORÇA NA LUTA, COMPANHEIROS!!



A LUTA CONTINUA!!!
DCE “Helenira Resende” 
29 de Julho de 2013

CHAMADO OFICIAL PARA CONSELHO DAS ENTIDADES ESTUDANTIS DA UNESP/FATEC (CEEUF) DOS DIAS 9, 10 E 11 DE AGOSTO DE 2013


O Conselho de Entidades Estudantis da UNESP/FATEC (CEEUF) é o espaço de deliberação unificada dos estudantes por meio da representatividade de suas entidades estudantis (centros acadêmicos, diretórios acadêmicos, conselhos estudantis etc.). É neste espaço que as diretrizes políticas do Movimento Estudantil são delineadas em conjunto, de modo a dar prosseguimento à construção da luta estadual unificada.
O cenário atual de mobilização – greves estudantis, greves de servidores técnico-administrativos, greves de professores, ocupações, repressões, negociações etc. – requer, mais do que nunca, esta articulação.

Este terceiro CEEUF do ano de 2013 ocorrerá nos dias 9, 10 e 11 de Agosto e será na unidade da UNESP de Assis (SP). O eixo temático será o panorama atual de luta, pautando as seguintes questões:
  1. Balanço da Mobilização e Calendário de lutas.
  2. Reativação ou Criação de um novo Diretório Central dos Estudantes (DCE).
  3. Regimento para o próximo Congresso dos Estudantes da UNESP/FATEC (CEUF).
  4. Políticas de inclusão: discussão e criação de contraproposta ao Programa de Inclusão com Mérito no Ensino Superior Público Paulista (PIMESP).

Para garantir a legitimidade de nossas deliberações neste próximo CEEUF, a seguir, há a correlação dos documentos necessários ao credenciamento das entidades ou de representantes discentes:
  1. Às entidades regularizadas: ata de posse e estatuto.
  2. Aos cursos/faculdades sem entidades, com entidades irregulares ou em processo eleitoral: ata da assembleia (juntamente à sua lista de presença) na qual foram tirados os representantes para o conselho.
  3. Demais casos: carta de indicação que legitime o representante enviado ao conselho.

RESSALTAMOS O VALOR DESTE ESPAÇO DE ARTICULAÇÃO E CONVOCAMOS TODXS A COMPOR A LUTA!!


A LUTA CONTINUA!!!
DCE “Helenira Resende” 
29 de Julho de 2013

sábado, 27 de julho de 2013

"Afinal, quem são os vândalos?" - E-mail público do professor José Sterza da UNESP-Assis

  Que a reitoria trate os nossos alunos como vândalos pode até ser compreensível. Afinal, o Reitor e a Vice Reitora precisam expurgar seus graves erros de avaliação e de ação política, tentando projetivamente desqualificar e criminalizar as ações daqueles que ainda conseguem se indignar e protestar veementemente diante do estado verdadeiramente deplorável em que se encontra nossa Universidade. Porém, que um docente faça o mesmo é completamente incompreensível, ainda mais um docente que conhece bem as tramas do poder e que, pelo dever do ofício, deveria também conhecer muito bem os usos e abusos de estratégias discursivas que procuram se valer de conhecidos mecanismos psicológicos defensivos para inverter relações causais e transformar poderosos algozes em vítimas fragilizadas expostas à ação de “vândalos”.

  Sejamos honestos e minimamente críticos, tal como deveríamos proceder enquanto professores universitários. A vice-reitora , em seu comunicado, conta sua versão da história e anexa fotos que lhe interessa para convencer, com imagens aparentemente irrefutáveis, os incautos ou igualmente tendenciosos interlocutores. E as outras versões e tantas outras imagens geradas por esses mesmos fatos que não foram divulgadas? E os acordos e promessas descumpridos? E o descaso com o momento crítico da Universidade mediante ausências e viagens do Reitor? E as suspeitas de cumplicidade da Reitoria com interesses eleitorais do governo do Estado que gera seus efeitos nefastos mais visíveis nos pesados ônus de criação de novos Campi, novos Cursos e ampliação de vagas do Curso de Medicina à revelia da comunidade universitária e dos próprios órgãos colegiados praticamente transformados em órgãos de referendo das decisões da reitoria?

  O que é vandalismo, exatamente, ou qual tipo de vandalismo é mais pernicioso? O que é que mais ameaça o patrimônio público e qual é o patrimônio público que se encontra ameaçado ou que está sendo efetivamente dilapidado? Algumas, cadeiras, mesas e outros objetos de mobiliário usados como barricadas contra a polícia (que foram, isto sim, danificados pela ação truculenta da própria polícia) ou a autonomia da Universidade, a liberdade de manifestação, a democracia e outros legados imprescindíveis para a preservação e desenvolvimento do inestimável patrimônio publico científico, educacional, cultural e político duramente construído pelas Universidades públicas? O que é mais devastador e atentatório para a Universidade: alguns móveis danificados e que podem ser repostos no dia seguinte ou o uso da força policial para silenciar manifestantes, calar vozes dissidentes e produzir espetáculos de truculência dentro da Universidade? Quem são os verdadeiros vândalos? Estudantes que ocupam dependências da reitoria e ali permanecem pacificamente exigindo diálogo, negociação e cumprimento de acordos anteriores ou a própria reitoria que chama a polícia para retirar à força e com pancadarias esses estudantes, promovendo, ela sim, uma verdadeira arruaça? Qual é o patrimônio público que está sendo ameaçado? Quem, de fato, está atentado contra o patrimônio intelectual, moral e o político da Universidade? Por que será que deputados da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo chegaram a cogitar a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar a lisura das relações da Unesp com o governo do Estado em torno da criação dos novos cursos e Campus? Por que sempre se evoca a proteção do patrimônio físico para se reprimir manifestações políticas? Qual é a preocupação maior dos gestores? Proteger mesas e cadeiras ou proteger autonomia da Universidade? Por que se evoca a proteção do patrimônio físico quando se depreda o patrimônio humano?

  Uma coisa é certa. Ao chamar a polícia para resolver uma contenda com estudantes a reitoria se desqualifica inteiramente e mostra sua incapacidade para lidar democraticamente com conflitos. Acusar os estudantes de vandalismo é simplificar demasiadamente o problema; é procurar retirar a responsabilidade da Reitoria e tratar a comunidade universitária como uma otária capaz de se convencer com versões e imagens extremamente pífias que nem mesmo a saudosa personagem caracterizada como uma pessoa extremamente ingênua, conhecida como “Velhinha de Taubaté”, acreditaria.

  A cabal demonstração de convicções e atitudes antidemocráticas, por parte da Reitoria, não apenas nesses episódios de crise, mas em tantos outros atos marcantes da atual gestão, demanda não o chamado da polícia para desalojá-la do poder e proteger o valioso patrimônio público que é a Universidade, mas, sim, o chamado de um referendo ou plebiscito para que os três segmentos se manifestem claramente e democraticamente sobre a continuidade ou não da atual Reitoria. A mesma comunidade que elegeu deveria ter o direito e a oportunidade de confirmar ou não a continuidade da atual gestão depois desse período onde ela deu boas mostras de como está implementando suas promessas e planos de gestão apresentados em campanha. Por esse caminho, a comunidade universitária estaria mostrando à Reitoria como proceder democraticamente em situações de crise: em vez de cassetetes da polícia, usar as urnas eleitorais. Em vez de tratar manifestantes como vândalos, é mais decente trata-los como eleitores descontentes. Talvez, quem sabe, as urnas possam até mostrar que a maioria pensa como o professor do Departamento de Psicologia Clínica e tantos outros que consideram os manifestantes como delinquentes que querem depredar o patrimônio público e, por isso, merecem o reio da policia patrocinado pela Rei-toria, esta sim, tida como a confiável guardiã dos tesouros da Universidade. Aí, então, teríamos a legítima chibatada democrática clamada e apoiada por uma eventual maioria aquiescente e servil. Caso contrário, o poder seria transferido àqueles que a comunidade considerasse mais confiáveis e capacitados para preservar legados básicos da Universidade, como o da autonomia, liberdade, crítica, diálogo, discussão e tantos outros, sempre mantidos e cultivados em compatíveis climas de confiança, respeito, segurança, tolerância e não de intimidação e coerção.


POR UM AMPLO PLEBISCITO NA UNESP

José Sterza Justo
Docente do Departamento de Psicologia Evolutiva, Social e Escolar. FCL-Assis

Moção de Repúdio à Reintegração de Posse dos estudantes (SINTUNESP)

Moção de repúdio



O Sindicato dos Trabalhadores da Unesp (Sintunesp) repudia veementemente a ação policial de retirada dos estudantes que ocupavam a reitoria da Unesp, fato ocorrido na madrugada desta quarta-feira, dia 17/7/2013.
Em nenhum momento, membros da reitoria dispuseram-se a dialogar com os estudantes durante a ocupação, com o objetivo de buscar soluções para os problemas colocados, todos eles relativos à universidade pública, de qualidade e a serviço da maioria da população, como almeja a comunidade acadêmica. As demandas por permanência estudantil são parte desta universidade que defendemos.
Em lugar do diálogo, a reitoria optou pela ação policial e pela truculência contra os estudantes.
A administração da Universidade deve refletir os anseios e as expectativas de sua comunidade e não se comportar como um corpo estranho e hostil a ela.
O Sintunesp conclama a reitoria ao diálogo democrático com a comunidade. Este é o único caminho possível para a solução dos conflitos instalados e para que a universidade retorne aos trilhos do ensino, da pesquisa e da extensão.



São Paulo, 17 de julho de 2013.

Diretoria do Sintunesp





C/C para:
Reitoria da Unesp
Entidades sindicais e estudantis da Unesp, USP, Unicamp e Centro Paula Souza.

 

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Moção de Repúdio à repressão policial ao Movimento Estudantil da UNESP (Movimento Autogestionário)

                Na madrugada do dia 16/07/2013, terça-feira, cerca de 140 policiais militares (apoiados por um batalhão da polícia de choque) invadiram a Reitoria da Unesp e concretizaram mais um ataque contra a luta do Movimento Estudantil Unespiano por uma universidade pública que corresponda aos interesses populares, contrários aos do capital e do Estado. O Movimento Autogestionário se coloca veemente contra esse ato de criminalização dos movimentos sociais que, desde o cúme das cúpulas burocráticas, no caso representada pela vice-reitora Marilza Rudge, passando pela política do governo do estado de São Paulo que vem sistematicamente privatizando e elitizando o ensino público, até a repressão policial e legitimação pelo poder judiciário na tentativa de intimidar os novos lutadores que surgem no Brasil.
               Desde o início, acompanhamos as notícias sobre a greve dos estudantes da Unesp. Se a luta deles segue adiante com a firmeza e radicalidade demonstradas, é porque muito dos seus anseios ainda não foram alcançados e, assim, somente com a continuidade da luta poderão almejar sua realização.
             Em Goiás, a situação não é diferente: o reitor da UEG, gabando-se de ter sido legitimado numa eleição com mais de 90% dos votos, tem se comportado como um verdadeiro algoz dos grevistas, inclusive incriminando judicialmente dois professores, responsabilizando-os pela greve, visto que o movimento Mobiliza UEG não é institucionalizado como sindicatos e DCEs. O governador Marconi Perillo age como um ditador, perseguindo com fúria os lutadores do movimento da UEG: as agressões policiais se intensificam cada vez mais com estudantes espancados, professores coagidos e a “justiça” proibindo o legítimo direito de greve.
         Dito isto, reiteramos nosso total apoio ao movimento estudantil unespiano e repudiamos veementemente a criminalização e repressão aos que lutam por melhores condições de ensino e por uma universidade acessível a toda a população trabalhadora.

Lutar não é crime!!
Movimento Autogestionário

23 de Julho de 2013

Moção de Repúdio à Reintegração de posse da ocupação na REItoria - ADUNESP